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CONJUNTURA: SITUAÇÃO E PERSPECTIVAS

Quinta-feira, 25 de Novembro de 2021
Em outubro/2021, os aumentos de preços atingiram 1,25%, o maior percentual do ano. No acumulado em 12 meses, a inflação chegou a 10,67%. A previsão feita pelo Banco Central para a “meta de inflação” de 2021 indicava 3,75%, valor inferior ao da inflação verificada até outubro.
O que está ocorrendo em 2021 é uma revisão frequente das previsões para a inflação. No início do ano, as previsão indicavam que o limite dos preços seria atingido em julho (1.o mês da segunda metade do ano), com uma posterior queda. No decorrer dos meses, esta expectativa foi prejudicada diante de resistência e expansão dos preços. Logo depois, as estudos econômicos indicavam que o pico de preços poderia ocorrer em novembro (mês do Black-Friday, onde grandes redes atuam com expressivos descontos). Muitas lojas e o varejo em geral argumentam que diante da expectativa de queda de preços com o Black-Friday, constataram uma queda na demanda em outubro, diante da intenção do consumidor se beneficiar das retrações nos preços em novembro.
Verifica-se uma pressão nos preços finais de diversos bens ou serviços. Nesse sentido, podem ser citados: combustíveis, gás de cozinha, energia elétrica, transportes (pessoal e carga), efeitos do clima seco na agricultura, custos de alimentação. Tem ocorrido ainda uma carga extra sobre os gastos do governo com auxílios à população (Emergencial, bolsa família, etc.) além de outros programados ou em discussão. Os chamados “preços administrados” pelo governo federal assumem parcela significativa desses aumentos.
Junte-se a estes fatores a cotação cambial entre o dólar e o real: US$ 1,00 por R$ 5,50 , taxa de cambio que encarece o custos dos importados, dos bens de capital, adia a modernização da indústria de transformação e da adequação das inovações tecnológicas.
Uma ocorrência tradicional das grandes redes de lojas no país, é praticar descontos nos preços logo após o Natal. Os descontos ocorrem com a intenção de “transformar mercadorias em recursos financeiros”, obter uma liquidez, no aguardo das mudanças previstas ou esperadas na sequencia do novo ano e as mudanças de estações ou novas datas comemorativas: encomendas para a moda verão, o carnaval, turismo interno, Páscoa, ou “dia das mães”.
Muitos consumidores deverão priorizar o uso do 13.o salário para pagamento de dívidas anteriores, e parte para os novos gastos de início do ano: tributos: IPTU, ISS, IPVA, gastos escolares. Existe para 2022 uma grande tendência de melhoria da utilização da renda do consumidor e familiar, do seu poder de compra e respectiva efetivação dos seus gastos. Muitas dificuldades vivenciadas pelos consumidores em 2020 e 2021, podem ter gerado um senso adicional de responsabilidade na utilização dos salários e renda familiar.
Um sucesso extremamente importante obtido no Brasil no ano de 2021, ano no qual em muitas cidades prevaleceram os “lockdowns” locais ou regionais, foi a obtenção de percentual expressivo de pessoas vacinadas contra a Covid-19, sendo que muitas já tomaram a 3.a dose (de reforço), a depender da respectiva idade.
Inegavelmente, uma parte expressiva da melhoria verificada na economia brasileira no corrente ano, está associada ao sucesso do Programa Nacional de Imunização-PNI.
Curitiba, 23 de novembro
CONJUNTURA: SITUAÇÃO E PERSPECTIVAS
PERSPECTIVAS DA ECONOMIA NA VIRADA DO ANO
Em outubro/2021, os aumentos de preços atingiram 1,25%, o maior percentual do ano. No acumulado em 12 meses, a inflação chegou a 10,67%. A previsão feita pelo Banco Central para a “meta de inflação” de 2021 indicava 3,75%, valor inferior ao da inflação verificada até outubro.
O que está ocorrendo em 2021 é uma revisão frequente das previsões para a inflação. No início do ano, as previsão indicavam que o limite dos preços seria atingido em julho (1.o mês da segunda metade do ano), com uma posterior queda. No decorrer dos meses, esta expectativa foi prejudicada diante de resistência e expansão dos preços. Logo depois, as estudos econômicos indicavam que o pico de preços poderia ocorrer em novembro (mês do Black-Friday, onde grandes redes atuam com expressivos descontos). Muitas lojas e o varejo em geral argumentam que diante da expectativa de queda de preços com o Black-Friday, constataram uma queda na demanda em outubro, diante da intenção do consumidor se beneficiar das retrações nos preços em novembro.
Verifica-se uma pressão nos preços finais de diversos bens ou serviços. Nesse sentido, podem ser citados: combustíveis, gás de cozinha, energia elétrica, transportes (pessoal e carga), efeitos do clima seco na agricultura, custos de alimentação. Tem ocorrido ainda uma carga extra sobre os gastos do governo com auxílios à população (Emergencial, bolsa família, etc.) além de outros programados ou em discussão. Os chamados “preços administrados” pelo governo federal assumem parcela significativa desses aumentos.
Junte-se a estes fatores a cotação cambial entre o dólar e o real: US$ 1,00 por R$ 5,50 , taxa de cambio que encarece o custos dos importados, dos bens de capital, adia a modernização da indústria de transformação e da adequação das inovações tecnológicas.
Uma ocorrência tradicional das grandes redes de lojas no país, é praticar descontos nos preços logo após o Natal. Os descontos ocorrem com a intenção de “transformar mercadorias em recursos financeiros”, obter uma liquidez, no aguardo das mudanças previstas ou esperadas na sequencia do novo ano e as mudanças de estações ou novas datas comemorativas: encomendas para a moda verão, o carnaval, turismo interno, Páscoa, ou “dia das mães”.
Muitos consumidores deverão priorizar o uso do 13.o salário para pagamento de dívidas anteriores, e parte para os novos gastos de início do ano: tributos: IPTU, ISS, IPVA, gastos escolares. Existe para 2022 uma grande tendência de melhoria da utilização da renda do consumidor e familiar, do seu poder de compra e respectiva efetivação dos seus gastos. Muitas dificuldades vivenciadas pelos consumidores em 2020 e 2021, podem ter gerado um senso adicional de responsabilidade na utilização dos salários e renda familiar.
Um sucesso extremamente importante obtido no Brasil no ano de 2021, ano no qual em muitas cidades prevaleceram os “lockdowns” locais ou regionais, foi a obtenção de percentual expressivo de pessoas vacinadas contra a Covid-19, sendo que muitas já tomaram a 3.a dose (de reforço), a depender da respectiva idade.
Inegavelmente, uma parte expressiva da melhoria verificada na economia brasileira no corrente ano, está associada ao sucesso do Programa Nacional de Imunização-PNI.
Curitiba, 23 de novembroCONJUNTURA: SITUAÇÃO E PERSPECTIVAS
PERSPECTIVAS DA ECONOMIA NA VIRADA DO ANO
Em outubro/2021, os aumentos de preços atingiram 1,25%, o maior percentual do ano. No acumulado em 12 meses, a inflação chegou a 10,67%. A previsão feita pelo Banco Central para a “meta de inflação” de 2021 indicava 3,75%, valor inferior ao da inflação verificada até outubro.
O que está ocorrendo em 2021 é uma revisão frequente das previsões para a inflação. No início do ano, as previsão indicavam que o limite dos preços seria atingido em julho (1.o mês da segunda metade do ano), com uma posterior queda. No decorrer dos meses, esta expectativa foi prejudicada diante de resistência e expansão dos preços. Logo depois, as estudos econômicos indicavam que o pico de preços poderia ocorrer em novembro (mês do Black-Friday, onde grandes redes atuam com expressivos descontos). Muitas lojas e o varejo em geral argumentam que diante da expectativa de queda de preços com o Black-Friday, constataram uma queda na demanda em outubro, diante da intenção do consumidor se beneficiar das retrações nos preços em novembro.
Verifica-se uma pressão nos preços finais de diversos bens ou serviços. Nesse sentido, podem ser citados: combustíveis, gás de cozinha, energia elétrica, transportes (pessoal e carga), efeitos do clima seco na agricultura, custos de alimentação. Tem ocorrido ainda uma carga extra sobre os gastos do governo com auxílios à população (Emergencial, bolsa família, etc.) além de outros programados ou em discussão. Os chamados “preços administrados” pelo governo federal assumem parcela significativa desses aumentos.
Junte-se a estes fatores a cotação cambial entre o dólar e o real: US$ 1,00 por R$ 5,50 , taxa de cambio que encarece o custos dos importados, dos bens de capital, adia a modernização da indústria de transformação e da adequação das inovações tecnológicas.
Uma ocorrência tradicional das grandes redes de lojas no país, é praticar descontos nos preços logo após o Natal. Os descontos ocorrem com a intenção de “transformar mercadorias em recursos financeiros”, obter uma liquidez, no aguardo das mudanças previstas ou esperadas na sequencia do novo ano e as mudanças de estações ou novas datas comemorativas: encomendas para a moda verão, o carnaval, turismo interno, Páscoa, ou “dia das mães”.
Muitos consumidores deverão priorizar o uso do 13.o salário para pagamento de dívidas anteriores, e parte para os novos gastos de início do ano: tributos: IPTU, ISS, IPVA, gastos escolares. Existe para 2022 uma grande tendência de melhoria da utilização da renda do consumidor e familiar, do seu poder de compra e respectiva efetivação dos seus gastos. Muitas dificuldades vivenciadas pelos consumidores em 2020 e 2021, podem ter gerado um senso adicional de responsabilidade na utilização dos salários e renda familiar.
Um sucesso extremamente importante obtido no Brasil no ano de 2021, ano no qual em muitas cidades prevaleceram os “lockdowns” locais ou regionais, foi a obtenção de percentual expressivo de pessoas vacinadas contra a Covid-19, sendo que muitas já tomaram a 3.a dose (de reforço), a depender da respectiva idade.
Inegavelmente, uma parte expressiva da melhoria verificada na economia brasileira no corrente ano, está associada ao sucesso do Programa Nacional de Imunização-PNI.
Curitiba, 23 de novembro de 2021
Assessoria Econômica
Fecomercio-PR - FONTE