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Esse avanço no comércio aumentou o Índice de Confiança

Quinta-feira, 4 de Agosto de 2022

O volume de receitas do setor de turismo alcançou, em maio, o nível pré-pandemia, com avanço mensal de 2,6%, segundo a Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada pelo IBGE. Com isso, a CNC revisou a expectativa de crescimento anual do setor de 2,8% para 3,5%.

O setor de serviços em maio também registrou ganhos acima do nível pré-pandemia, de 8,4%. A PMS apontou um crescimento de 0,9% no volume de receitas do setor, em relação ao mês anterior. Com esse resultado, a instituição revisou a previsão para a variação do volume de receitas dos serviços em 2022 de 1,6% para 1,9% 

Seguindo a mesma tendência positiva, o volume de vendas no comércio varejista brasileiro apresentou o quinto crescimento seguido em maio, de 0,1%, de acordo com a Pesquisa Mensal de Comércio (PMC), divulgada pelo IBGE. Conforme observado nos outros setores, a CNC aumentou sua estimativa para o crescimento do volume de vendas no varejo em 2022 de 1,7% para 2,0%. De acordo com análise da entidade, caso aprovada, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) nº 1/2022 poderá representar um incremento de R$ 16,3 bilhões no comércio varejista.

Esse avanço no comércio aumentou o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (Icec), que apontou otimismo pelo quarto mês consecutivo em julho, com avanço mensal de 1,5%. Entre os índices avaliados, Condições Atuais do Empresário do Comércio se destacou, apresentando a maior variação mensal (+4,7%).

A Intenção de Consumo das Famílias (ICF), indicador apurado pela CNC, também seguiu avançando em julho. O índice aumentou 1,2% no mês, alcançando 80,7 pontos e superando mais uma vez os resultados do mesmo mês nos dois anos anteriores. Todos os indicadores da pesquisa apresentaram aumento; contudo, a maioria registrou desaceleração em relação a junho.

Essa desaceleração pode ser explicada pela maior cautela dos consumidores, em um ambiente de inflação e juros altos. No entanto, o percentual de endividados registrou o segundo recuo seguido em junho.

Segundo a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), apurada pela CNC, a proporção de famílias que relataram ter dívidas a vencer chegou a 77,3% em junho, queda de 0,1 ponto percentual (p.p.) em relação ao mês anterior e crescimento de 7,6 p.p. na comparação com junho de 2021.

A inadimplência também apresentou queda mensal. A proporção de famílias com contas em atraso retraiu 0,2 p.p., a primeira queda desde setembro de 2021, chegando a 28,5%. Entre as que afirmam que não terão condições de pagar as contas atrasadas, a retração também foi de 0,2 p.p., atingindo 10,6%, o menor percentual do indicador desde fevereiro deste ano.

Artigo compilado pela Economista Catarina Carneiro da Silva - cnc